Instituto Viver

Instituto Viver

Transformando vidas com amor, empatia e esperança

O Instituto Viver é o braço social das Organizações Nexus, dedicado a amar ao próximo por meio de ações que geram educação, saúde e qualidade de vida em Novo Gama e toda região do entorno de Brasília.

10+
Anos de atuação
500+
Vidas impactadas
20+
Parceiros

Nossos Pilares

"Sua força pode ser uma terceira forma de ver o mundo"

❤️

Amor ao Próximo

Atuamos com amor, empatia e compaixão em cada ação, colocando as pessoas no centro de tudo que fazemos.

🌱

Sustentabilidade

Promovemos práticas sustentáveis, respeitando a natureza e incentivando a consciência ambiental na comunidade.

🤝

Solidariedade

Construímos laços de solidariedade, promovendo o bem-estar coletivo e a inclusão social em todas as ações.

Últimas Novidades

Mai 2022

Tradutor Hand Talk para Libras disponível gratuitamente para Android

O Hand Talk foi eleito pela ONU como o melhor aplicativo social do mundo para tradução em Libras.

Mai 2022

87% dos brasileiros preferem empresas com práticas sustentáveis

Pesquisa aponta que consumidores valorizam responsabilidade social e ambiental nas marcas.

Mai 2016

Campanha de Conscientização do Abuso Sexual Infantil

18 de Maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças.

Logo Instituto Viver

Instituto Viver: o braço social das Organizações Nexus

Nossa História



Frutos da experiência acumulada ao longo de vários anos, a ORGANIZAÇÃO NEXUS criou uma empresa solidária preocupada com o amanhã do nosso País e da sociedade em que estamos inseridos: o INSTITUTO VIVER, dedicado a amar ao próximo através de atitudes que mudam sua realidade com ações práticas que geram educação, cultura, saúde e qualidade de vida.

Sob a direção da sócia Milena Costa, que possui formação em filoterapia, com experiência na área de Gestão Administrativa e professora.

Nossa empresa coleciona trabalhos voluntariados em asilos, comunidades, escolas e creches, bem como títulos de reconhecimento por Instituições como ABRINQ e VISÃO MUNDIAL – títulos alcançados pela nossa empresa FARMÁCIA VIVENDA responsável por apoiar crianças em seu processo de crescimento educacional.

Com a missão de "AMAR AO PRÓXIMO E À NATUREZA", realizamos atividades como mutirão médico em parceria com o INSTITUTO SBRAE de Pós Graduação, que acontecem mensalmente na nossa unidade da PROVIDA CENTRO MÉDICO, além de ações de Conscientização na área de saúde por toda a região do entorno de Brasília.

Com o intuito de levar Cultura e Arte, realizamos em 2015 "Uma tarde no Circo" com crianças de um orfanato localizado na cidade satélite de Brasília, e "Uma noite no Teatro" com colaboradoras de nossas empresas em homenagem ao dia da Mulher.

Acreditamos em um planeta mais sustentável: todas as nossas empresas possuem PGR (Programa de Geração de Resíduos), sendo assim nosso lixo é descartado de forma correta e respeitando a natureza. Nas duas unidades da Farmácia Vivenda distribuímos mudas de plantas do cerrado, incentivando nossos clientes e parceiros a resgatar o hábito de plantar.

🎯 Missão

Amar ao próximo e à natureza com ações práticas que geram educação, saúde e qualidade de vida para comunidades vulneráveis.

🌟 Visão

Ser referência em responsabilidade social no entorno de Brasília, promovendo transformação real na vida das pessoas.

⭐ Valores

Comprometimento Respeito à diversidade Consciência social Sustentabilidade Amor ao próximo Criatividade
"
Sua força pode ser uma terceira forma de ver o mundo
— Instituto Viver

O que Fazemos

Na instituição sem fins lucrativos Instituto Viver, usamos o conhecimento adquirido da rede de contato de nossas empresas afiliadas para disseminar a cultura de nossa instituição e marcar a sociedade com o amor, empatia, compaixão e esperança.

Para continuar a proporcionar a qualidade de intervenção que nos é reconhecida, contamos com uma crescente rede de contatos interdisciplinares e a dedicação contínua de nossa equipe.

🏫

Educação e Cultura

Apoio educacional em escolas, creches e comunidades, com atividades culturais e artísticas para crianças e adultos.

🏥

Mutirões de Saúde

Exames de diagnóstico, aferição de pressão, glicemia e tapagem sanguínea em parceria com o LOGOS SBRAE e PROVIDA.

🌿

Sustentabilidade

Distribuição de mudas do cerrado, coleta de recicláveis e conscientização ambiental nas comunidades do entorno.

👶

Proteção à Infância

Campanha de Conscientização contra abuso e exploração sexual infantil, em parceria com instituições especializadas.

🎭

Arte e Lazer

Eventos culturais como peças de teatro, circo e atividades de lazer para crianças de orfanatos e comunidades.

Inclusão e Acessibilidade

Orientações sobre relacionamento com pessoas com deficiência e promoção da acessibilidade nas comunidades.

IV FALOG CULTURAL | MATUTINO

Ações Sociais

Iniciativas de impacto social realizadas pelo Instituto Viver nas comunidades do entorno de Brasília.

Ação Social

Palestra Saúde Bucal – Escola Cora Coralina

📅 29/05/2023
Palestra Saúde Bucal
Palestra Saúde Bucal
Palestra Saúde Bucal
Palestra Saúde Bucal

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Ação Social

Palestra Sobre Tabagismo – ESF 05

📅 27/04/2023
Palestra Tabagismo
Palestra Tabagismo
Palestra Tabagismo
Palestra Tabagismo
Palestra Tabagismo
Palestra Tabagismo
Palestra Tabagismo
Palestra Tabagismo

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Na Mídia

A sessão na mídia (sala de imprensa) é um espaço onde apresentaremos matérias e conteúdos que foram vinculados às ações do Instituto Viver ou de uma de suas empresas mantenedoras. Acompanhe nossas reportagens e vídeos que mostram o impacto real do nosso trabalho.

TV Globo DF

Entrevista Abrigo

Reportagem sobre as atividades do abrigo vinculado ao Instituto Viver, destacando o trabalho com crianças em situação de vulnerabilidade.

Educação

LOGOS Saber

Vídeo sobre o programa educacional LOGOS Saber, parceria que amplia o acesso à educação de qualidade nas comunidades atendidas.

Tarde Cultural

Instituto Viver – Abrigo Ceilândia

Tarde cultural com crianças do orfanato localizado em Ceilândia, cidade satélite de Brasília, mostrando o poder da arte na transformação de vidas.

Últimas Notícias

Tradutor de conteúdos em português para Libras está disponível para download gratuito para Android

Hand Talk foi eleito pela ONU como o melhor aplicativo social do mundo. O aplicativo, plataforma de tradução digital para Língua Brasileira de Sinais (Libras), ganhou uma nova versão para download gratuito em dispositivos Android...

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Responsabilidade social: Pesquisa aponta que 87% dos brasileiros preferem empresas com práticas sustentáveis

Em 2019, a pesquisa apontou que 87% da população brasileira prefere comprar produtos e serviços de empresas sustentáveis e 70% dos entrevistados disse que não se importa em pagar um pouco mais por isso...

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Como lidar com as pessoas com deficiência

DICAS DE RELACIONAMENTO: Apresentamos a seguir algumas orientações que as pessoas podem seguir nos seus contatos com as pessoas com deficiência. Não são regras rígidas, mas esclarecimentos resultantes da experiência de diferentes pessoas que atuam na área e que apontam para as especificidades dos diferentes tipos de deficiência, promovendo um relacionamento mais respeitoso e humanizado.

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Campanha de Conscientização do Abuso Sexual Infantil

Nesse 18 de Maio se comera o 16° ano de mobilização no "Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes", instituído pela Lei Federal 9.970/00. O Dia 18 de MAIO é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, reforçando o compromisso coletivo com a proteção da infância brasileira.

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Contate-nos

Estamos aqui para ouvir você! Seja para tirar dúvidas, propor parcerias ou simplesmente dizer olá — entre em contato conosco.

📍
Endereço Instituto Viver – Novo Gama, DF
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Telefone 61-9.8638-1568
🕐
Horário de Atendimento Segunda a Sexta: 8h às 18h

"Cada mensagem que recebemos é uma oportunidade de fazer mais pelo próximo."

— Equipe Instituto Viver

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Tecnologia Social 05/05/2022 – 18:57

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Hand Talk foi eleito pela ONU como o melhor aplicativo social do mundo

O aplicativo Hand Talk, plataforma de tradução digital para Língua Brasileira de Sinais (Libras), ganhou uma nova versão para download gratuito em dispositivos da plataforma Android. O lançamento torna a ferramenta social ainda mais acessível para fazer a diferença na vida de mais pessoas.

Eleito pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o melhor aplicativo social do mundo, o aplicativo chega a Play Store com as mesmas funções capazes de converter, de forma simples e em tempo real, textos digitados, fotografados ou mensagens de áudio para Libras. Todo o processo conta com o auxilio de um intérprete virtual – Hugo, um simpático personagem em 3D que torna a utilização da solução interativa e de fácil compreensão.

O aplicativo Hand Talk foi desenvolvido pelos empreendedores Carlos Wanderlan de Amorim Soares, José Thadeu Maciel Marques Luiz Filho e Ronaldo Tenório de Freitas, que integraram a primeira turma de 2013 da Aceleradora de Impacto. Trata-se de um programa da Artemisia Negócios Sociais, organização pioneira no Brasil no fomento e aceleração de negócios com alto impacto social.

Essa iniciativa identifica empreendedores experientes e com forte potencial para gerar impacto social, seleciona os melhores negócios em estágio inicial de crescimento e acelera-os por meio de um programa intensivo de seis meses, baseado em quatro pilares: formatação do modelo de negócio; capacitação da equipe; acesso à rede de mentores; e conexão com investidores, gestores e parceiros.

Segundo Renato Kiyama, diretor de Desenvolvimento Institucional da Artemisia Negócios Sociais, "a Hand Talk é um exemplo de como tecnologias móveis podem contribuir para a criação de uma economia global mais inclusiva".

Para download gratuito do aplicativo Hand Talk para smartphone ou tablets, basta acessar o site https://www.handtalk.me/app e escolher entre as lojas Google Play (Android) e App Store (iOS).

Responsabilidade Social 05/05/2022 – 18:49

Responsabilidade social: Pesquisa aponta que 87% dos brasileiros preferem empresas com práticas sustentáveis

Em 2019, a pesquisa apontou que 87% da população brasileira prefere comprar produtos e serviços de empresas sustentáveis e 70% dos entrevistados disse que não se importa em pagar um pouco mais por isso.

Além disso, as empresas que adotam práticas mais responsáveis e preocupadas com o meio ambiente são mais bem vistas por funcionários e fornecedores, que passam a valorizar cada vez mais o espaço de trabalho. Assim como os clientes, que veem essas marcas com mais credibilidade.

Em negócios sustentáveis, minimizar o impacto ambiental é uma busca constante. E existem várias maneiras de diminuir esses efeitos no meio ambiente. Dentre eles estão a reciclagem de lixo e resíduos, a diminuição do uso de papel, a não utilização de copos e outros objetos descartáveis e a reutilização da água, além da diminuição do consumo de energia elétrica.

Leia mais: viverinstituto.org

Energia solar

O uso da energia solar é hoje uma das principais estratégias para evitar o alto consumo de energia elétrica, as altas tarifas de eletricidade e para gerar economia para indústrias e empresas. Além de tudo, é uma energia limpa, renovável e que não afeta o meio ambiente.

De acordo com Robert Fischer, sócio proprietário da Topsun Energia Solar, referência em energia solar fotovoltaica distribuída (GD), com o uso da energia solar ocorre uma redução de perdas por transmissão e distribuição de energia, já que a eletricidade é consumida onde é produzida.

"Além do baixo impacto ambiental, uma vez que a produção de energia fotovoltaica não gera emissão de gases de efeito estufa. Ela também pode reduzir a conta de luz em até 95%, oferece maior independência da energia elétrica estatal e tem garantia mínima de 80% de eficiência durante, no mínimo, 25 anos", afirma Fischer.

A empresa garante ainda que o sistema é simples e demanda pouca manutenção. Geralmente, os equipamentos são instalados no telhado e conectados à rede de distribuição da concessionária, e oferece baixo custo de manutenção.

Instalação de energia solar – Topsun

Empresa referência

A Topsun Energia Solar é o maior integrador WEG de Santa Catarina, líder de mercado na região e referência no segmento de energia solar. A empresa oferece a mais moderna e completa linha de produtos para energia fotovoltaica e aquecimento solar, além de equipe altamente especializada.

Leia mais: viverinstituto.org

Inclusão 07/06/2016 – 23:39

Como lidar com as pessoas com deficiência

DICAS DE RELACIONAMENTO

Apresentamos a seguir algumas orientações que as pessoas podem seguir nos seus contatos com as pessoas com deficiência. Não são regras, mas esclarecimentos resultantes da experiência de diferentes pessoas que atuam na área e que apontam para as especificidades dos diferentes tipos de deficiências.

Como chamar

Prefira usar o termo hoje mundialmente aceito: "pessoa com deficiência (física, auditiva, visual ou intelectual)", em vez de "portador de deficiência", "pessoa com necessidades especiais" ou "portador de necessidades especiais";

Os termos "cego" e "surdo" podem ser utilizados;

Jamais utilizar termos pejorativos ou depreciativos como "deficiente", "aleijado", "inválido", "mongol", "excepcional", "retardado", "incapaz", "defeituoso" etc.

Pessoas com deficiência física

É importante perceber que para uma pessoa sentada é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo. Portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.

A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Apoiar-se na cadeira de rodas é tão desagradável como fazê-lo numa cadeira comum onde uma pessoa está sentada.

Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater naqueles que caminham à frente. Se parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.

Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa com deficiência.

Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceita, pergunte como deve proceder. As pessoas têm suas técnicas individuais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até atrapalhar. Outras vezes, o auxílio é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.

Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça-se imediatamente para auxiliá-la. Mas nunca aja sem antes perguntar se e como deve ajudá-la.

Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.

Não se acanhe em usar termos como "andar" e "correr". As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.

Pessoas com deficiência visual

É bom saber que nem sempre as pessoas com deficiência visual precisam de ajuda. Se encontrar alguém que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça seu auxílio.

Nunca ajude sem perguntar como fazê-lo. Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.

É sempre bom avisar, antecipadamente, sobre a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e outros obstáculos durante o trajeto.

Ao explicar direções, seja o mais claro e específico possível; de preferência, indique as distâncias em metros. Quando for afastar-se, avise sempre.

Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que ela tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.

Não se deve brincar com um cão-guia, pois ele tem a responsabilidade de guiar o dono que não enxerga e não deve ser distraído dessa função.

As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração dispensados às demais pessoas. No convívio social ou profissional, não as exclua das atividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.

Fique à vontade para usar palavras como "veja" e "olhe", pois as pessoas com deficiência visual as empregam com naturalidade.

Pessoas com paralisia cerebral

A paralisia cerebral é fruto da lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. A pessoa com paralisia cerebral não é uma criança, nem é portador de doença grave ou contagiosa.

Trate a pessoa com paralisia cerebral com a mesma consideração e respeito que você usa com as demais pessoas.

Quando encontrar uma pessoa com paralisia cerebral, lembre-se que ela tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais, e pode ter dificuldades para andar, fazer movimentos involuntários com pernas e braços e apresentar expressões estranhas no rosto.

Não se intimide, trate-a com naturalidade e respeite o seu ritmo, porque em geral essas pessoas são mais lentas. Tenha paciência ao ouvi-la, pois a maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e o ritmo lento com deficiência intelectual.

Pessoas com deficiência auditiva

Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Algumas fazem a leitura labial, outras não.

Ao falar com uma pessoa surda, acene para ela ou toque levemente em seu braço, para que ela volte sua atenção para você. Posicione-se de frente para ela, deixando a boca visível de forma a possibilitar a leitura labial. Evite fazer gestos bruscos ou segurar objetos em frente à boca. Fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas sem exagero. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar.

Ao falar com uma pessoa surda, procure não ficar contra a luz, e sim num lugar iluminado.

Seja expressivo, pois as pessoas surdas não podem ouvir mudanças sutis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, e as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo são excelentes indicações do que você quer dizer.

Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contato visual. Se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.

Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, elas não se incomodam em repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas. Se for necessário, comunique-se por meio de bilhetes. O importante é se comunicar.

Mesmo que a pessoa surda esteja acompanhada de um intérprete, dirija-se a ela, e não ao intérprete.

Algumas pessoas surdas preferem a comunicação escrita, outras usam língua de sinais e outras ainda preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Você pode tentar se comunicar usando perguntas cujas respostas sejam sim ou não. Não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.

Pessoas com deficiência intelectual

Você deve agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência intelectual.

Trate-a com respeito e consideração. Se for uma criança, trate-a como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente, e se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.

Não a ignore. Cumprimente e despeça-se dela normalmente, como faria com qualquer pessoa.

Dê-lhe atenção, converse e verá como pode ser divertido. Seja natural, diga palavras amistosas.

Não superproteja a pessoa com deficiência intelectual. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário.

Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.

Fonte: "O que as empresas podem fazer pela inclusão das pessoas com deficiência" — Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social — www.ethos.org.br

Leia mais: viverinstituto.org

Proteção Infantil 24/05/2016 – 01:21

Campanha de Conscientização do Abuso Sexual Infantil

Nesse 18 de Maio se comemora o 16º ano de mobilização no "Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes", instituído pela Lei Federal 9.970/00.

O Dia 18 de Maio é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro e que já alcançou nesses 15 anos muitos municípios do nosso país.

A cada ano temos registrado uma adesão maior de municípios na mobilização em torno do "18 de Maio" por meio de caminhadas, audiências públicas, debates nas escolas, concurso de redação, exibição de filmes e debates, realização de seminários e oficinas temáticas e de prevenção à violência sexual, panfletagem, criação de produtos de comunicação sobre a temática, campanhas nas rádios e entrevistas com especialistas, entre outros.

Esse dia foi escolhido porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o "Caso Araceli". Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. O crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune.

A proposta do "18 DE MAIO" é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. É preciso garantir a toda criança e adolescente o direito ao desenvolvimento de sua sexualidade de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual.

A violência sexual praticada contra a criança e o adolescente envolve vários fatores de risco e vulnerabilidade quando se considera as relações de geração, de gênero, de raça/etnia, de orientação sexual, de classe social e de condições econômicas. Nessa violação, são estabelecidas relações diversas de poder, nas quais tanto pessoas e/ou redes utilizam crianças e adolescentes para satisfazerem seus desejos e fantasias sexuais e/ou obterem vantagens financeiras e lucros.

Nesse contexto, a criança ou adolescente não é considerada sujeito de direitos, mas um ser despossuído de humanidade e de proteção. A violência sexual contra meninos e meninas ocorre tanto por meio do abuso sexual intrafamiliar ou interpessoal como na exploração sexual. Crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, por estarem vulneráveis, podem se tornar mercadorias e assim serem utilizadas nas diversas formas de exploração sexual como: tráfico, pornografia, prostituição e exploração sexual no turismo.

Esse ano, mais uma vez, em alusão ao Dia 18 de Maio, o Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes vem ressaltar as inúmeras violações que os grandes eventos esportivos e os empreendimentos de infraestrutura têm acarretado na vida de crianças, adolescentes, suas famílias e comunidades.

Queremos ressaltar também a responsabilidade do poder público e da sociedade na implementação do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, na garantia da atenção às crianças, adolescentes e suas famílias, por meio da atuação em rede, fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos preconizado no ECA (Lei Federal 8.069/90) e tendo como lócus privilegiado os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente no âmbito dos estados e municípios.

Em razão desse contexto, faz-se de extrema importância que o movimento de defesa dos direitos humanos de crianças e adolescentes se articule, se insira, participe e incida nesse debate, sobretudo em função das grandes obras que já estão em curso no país e dos megaeventos que o Brasil vai sediar.

O enfrentamento à violação de direitos humanos sexuais de crianças e adolescentes pressupõe que a sexualidade é uma dimensão humana, desenvolvida e presente na condição cultural e histórica de homens e mulheres, que se expressa e é vivenciada diferentemente nas diversas fases da vida. Na primeira infância, a criança começa a fazer as descobertas sexuais e a notar, por exemplo, diferenças anatômicas entre os sexos. Mais à frente, com a ocorrência da puberdade, passa a vivenciar um momento especial da sexualidade, com emersão mais acentuada de desejos sexuais.

Aos adultos, além da sua responsabilidade legal de proteger e defender crianças e adolescentes, cabe o papel pedagógico da orientação e acolhida. Dessa forma, buscando superar mitos, tabus e preconceitos, oferecendo segurança para que possam se reconhecer como pessoa em desenvolvimento e se envolver coletivamente na defesa, garantia e promoção dos seus direitos.

Queremos convocar todos — família, escola, sociedade civil, governos, instituições de atendimento, igrejas, templos, universidades, mídia — para assumirem o compromisso no enfrentamento da violência sexual, promovendo e se responsabilizando para com o desenvolvimento da sexualidade de crianças e adolescentes de forma digna, saudável e protegida.

Nesse "18 de MAIO" FAÇAMOS BONITO na luta pelos direitos de crianças e adolescentes.